Para algumas crianças, a vida é feita de muitas aventuras. Outras preferem atividades mais tranquilas, como ler livros ou assistir a filmes. De qualquer forma, todas se divertem ao seu modo. Mas e aquelas que parecem não se encaixar? É comum que você, mãe coruja ou pai atencioso, se preocupe quando o seu filho “não se enquadra no padrão”. Mas por que isso acontece?

Claro que existem casos em que a criança não costuma brincar da mesma forma que os coleguinhas por uma questão muito própria da sua personalidade. Mas sabemos que o comum é que elas se espelhem nos coleguinhas e realizem as mesmas brincadeiras. Entretanto, alguns transtornos de comportamento podem afetar essa interação. E é aí que a criança passa a brincar sozinha, dando o alerta a alguns pais. Mas há como identificar esses transtornos do comportamento na infância?

Quais são os transtornos do comportamento na infância e como identificá-los?

Mães e pais devem compreender que transtorno do comportamento infantil não é uma doença que “se pega”, mas uma condição que interfere no desenvolvimento da criança e a afasta de comportamentos comuns para a idade, por isso exige atenção e compreensão, sobretudo da família e daqueles com quem convivem. Entre os transtornos de maior incidência na infância estão o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, o Autismo, os Transtornos de Ansiedade e a Depressão.

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Autismo

O Transtorno do Espectro do Autismo, ou simplesmente Autismo, é um distúrbio neurológico que afeta a capacidade de comunicação e interação social da criança. Costuma aparecer até os 3 anos de idade, e é uma condição crônica, que acompanha a pessoa durante toda a sua vida. Apesar de suas origens serem desconhecidas, as pesquisas apontam para causas genéticas.

Os sintomas mais comuns são a já mencionada dificuldade de comunicação e de interação social, inclusive evitando contato visual. Também podem apresentar movimentos e comportamentos repetitivos, manias e apego metódico a rotinas, interesse excessivo em uma ou mais atividades específicas e dificuldade para lidar com imaginação, por isso dizem que crianças no espectro do Autismo não conseguem “brincar de faz-de-conta”.

TDAH

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, também chamado TDAH ou apenas hiperatividade, caracteriza-se pela impulsividade e dificuldade de atenção e concentração da criança. Geralmente se desenvolve antes dos 7 anos de idade e também tem possível origem genética.

Entre os sintomas da hiperatividade estão o comportamento impulsivo, como se não conseguisse ficar quieta. Rendimento escolar abaixo do esperado e dificuldade para terminar tarefas são outros sinais que podem ajudar a identificar o TDAH.

Transtornos de Ansiedade

Os Transtornos de Ansiedade afetam até 10% das crianças ou adolescentes e se apresentam de diversas formas. De uma maneira geral, representam medos ou preocupações que vão além da intensidade normal da idade.

Os sintomas variam de acordo com o distúrbio. Por exemplo, o Transtorno de Ansiedade de Separação deixa a criança nervosa sempre que ela tem que se separar dos pais. O Transtorno de Ansiedade Social ou Fobia Social faz com que a criança evite atividades em que tenha que interagir com outras pessoas.

O Transtorno de Ansiedade Generalizada deixa a criança extremamente insegura a respeito de qualquer atividade que for realizar e pode fazer até com que se recuse a realizá-la; e os Transtornos de Pânico têm sintomas como tontura, tremores, náuseas e falta de ar.

Depressão

A Depressão é um mal que, hoje, afeta tanta gente no mundo que a própria Organização Mundial de Saúde passou a considerar risco de epidemia. Aos poucos, o problema deixa de ser tabu e seus portadores falam mais abertamente sobre ela, mas a Depressão Infantil ainda é negada por muita gente. Entretanto, ela existe e atinge cerca de 2% das crianças.

Assim como adultos, crianças com Depressão apresentam sentimento de tristeza e melancolia constantes, recusa de brincar, seja sozinha ou com outras pessoas da idade, tendência a se isolar ou se retrair, falta de apetite e de interesse em realizar atividades cotidianas.

Se o meu filho sofrer de algum transtorno? O que eu faço?

A presença da família é importantíssima para crianças com quadro de transtorno. Além de serem os primeiros a perceber os sintomas, os pais são aqueles que podem oferecer o apoio emocional mais consistente.

Mas, ao notar sinais de algum distúrbio, a mãe ou o pai devem procurar imediatamente um Psicólogo ou Psiquiatra em Jaú e também um Neuropediatra para iniciar um tratamento contínuo. São quadros que demandam um acompanhamento profissional e a realização de atividades que ajudam a criança a avançar em seu desenvolvimento cognitivo. Os transtornos existem, mas, cada vez mais, aprendemos melhor a lidar com eles.

Suspeita que seu filho tenha algum transtorno de comportamento? Marque uma consulta agora e tire as suas dúvidas! Ou deixe um comentário aqui no blog sobre o tema que teremos prazer em atendê-lo!

Até a próxima!

Equipe Médica Rede VIK

 

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