Parece que criar cores para campanhas de saúde tem dado resultado. Além do Setembro Amarelo (contra o suicídio), Outubro Rosa (câncer de mama) e o Novembro Azul (câncer de próstata), há ainda o Dezembro Vermelho em prol do combate ao HIV.

Mas o mais importante dessas campanhas é que elas vão muito além de criar cores legais para estampar camisetas durante o mês mostrando apoio a uma causa, elas abrem nosso olhar para problemas que afetam milhões de pessoas em todo o mundo como a AIDS, por exemplo.

Muitos casos de Câncer de Mama e Câncer de Próstata poderiam ser tratados logo no início e dado grandes chances de vitória a pacientes que tivessem feito exames preventivos. Tantos outros casos de suicídio poderiam ser evitados se alguém tivesse notado os sinais ou se o tema fosse tão amplamente discutido do que só no mês de setembro. E quantas pessoas não estariam livres do HIV só com a prevenção?

Estimasse que 866 mil pessoas no país sejam soropositivas. E o pior, o número só cresce entre jovens e adolescentes! Especialistas acreditam que o medo de contrair a doença vem diminuindo; para alguns, devido ao sucesso de drogas que prolongam a vida dos doentes, já outros afirmam que falta informação.

Por isso, vamos falar de AIDS hoje! E você, aproveita e já compartilha esse texto para todos aqueles que você quer ver longe dessa doença!

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O que é o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS?

Foi em outubro de 1987 que a Assembleia Mundial de Saúde, juntamente com a Organização das Nações Unidas – ONU, decidiu transformar o dia 1º de dezembro no Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. A ideia é utilizar essa data como forma de espalhar solidariedade, compaixão, tolerância e compreensão com os portadores do HIV.

Por que o laço vermelho é usado na campanha?

Símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a AIDS, o laço vermelho foi escolhido pela ligação da cor vermelha à ideia de paixão e sangue. Ele foi desenvolvido em 1991 por um grupo de profissionais de arte de New York, intitulados de Visual AIDS, que queriam homenagear amigos e parentes que morreram ou estavam morrendo com a doença.

Quais as formas de contágio da AIDS?

O vírus HIV, causador da AIDS, está presente no sangue (daí a conexão com o laço vermelho, lembra?), sêmen, secreção vaginal e leite materno, e pode ser transmitido de diversas formas:

  • pela prática sexual sem camisinha (oral, anal ou vaginal);
  • por transfusão de sangue contaminado com o vírus;
  • pelo compartilhamento de seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa;
  • da mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação;
  • por meio do uso de instrumentos não esterilizados que furam ou cortam, como alicates de unha, por exemplo.

Quais os principais sintomas da doença?

Os primeiros sintomas da doença, normalmente, são tão leves e comuns que costumam ser confundidos com viroses ou um mal-estar passageiro. Dentre os principais, estão: febre constante, calafrios, manchas na pele, diarreia e perda de peso.

O ideal é sempre procurar um Infectologista para investigar a fundo a possibilidade de contaminação.

Quais são as formas de prevenção?

A camisinha é o método mais eficaz para proteção contra o contágio do HIV. Ela deve ser utilizada em todas as relações sexuais e pode ser encontrada gratuitamente na rede pública de saúde. Também não se deve compartilhar seringa, agulha e objetos cortantes com outras pessoas.

Existe um grupo de risco?

Quando a epidemia de AIDS surgiu havia pouca informação sobre a doença e se criou a distinção de um chamado “grupo de risco” que incluía, principalmente, homossexuais, usuários de drogas injetáveis e hemofílicos.

Hoje, essa terminologia não é mais utilizada. Ao invés dos grupos de riscos, existem os comportamentos de risco, pois o vírus já não se concentra mais em um determinado grupo de pessoas.

Por que os jovens não usam camisinha?

Contrariamente ao que muitos pensam, o grupo de jovens até os 24 anos é o que mais utiliza o preservativo. Entretanto, eles são os que abandonam mais cedo o seu uso por não terem medo da doença e por confiarem no parceiro.

Ao primeiro sinal de um relacionamento mais sólido, o jovem tende a abandonar a camisinha. De acordo com o Ministério da Saúde, 60% dos jovens usam o preservativo na primeira relação, mas só 30% mantém seu uso quando o parceiro se torna fixo.

Como identificar a AIDS?

O primeiro passo é buscar uma Clínica Médica com Infectologista, ele poderá encaminhar os exames mais indicados. O Sistema Único de Saúde oferece esses exames gratuitamente nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e em alguns hospitais.

O primeiro teste a ser feito chama-se ELISA e, havendo resultado positivo ou dúvidas no diagnóstico, é feito o Western-blot, um exame mais eficaz. Mas é importante destacar que os exames só detectam o vírus após 30 a 90 dias do contágio.

Ficou alguma dúvida sobre o tema? Deixe nos comentários ou marque uma consulta com o nosso Infectologista!

Até breve!
Equipe Médica Rede VIK

 

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